Trio ForróZÃO

Nicodemos Ciriaco da Silva
Edson Belo da Silva
Manoel Jorge Amaral
11 98260-0076 Renato Pereira


ENDEREÇO

Coelho Cidade São Gonçalo / Rio de Janeiro

LOCAIS DE ATUAÇÃO

São Cristóvão, Lapa, Barra

TEMPO DE ATUAÇÃO

35 anos


“Quem já assistiu a um show do Trio Forrozão sabe bem o que é se emocionar com cada tilintar do triângulo inquieto e empolgante do Edinho Xupa Cabra, o dedilhar envolvente e criativo nas sanfonas de Jorge o Massarico e a voz aveludada e vibrante de Nicodemos! Assim é o Trio ForroZÃO!”


Filhos do nordeste brasileiro, o trio está na estrada a mais de trinta e cinco anos e a vinte e cinco anos, tocando nas principais capitais brasileiras, sempre em destaque na região sudeste. O Trio ForroZÃO chegou às paradas do sucesso preservando ritmos regionais nordestinos, apostando sempre na base difundida por Luiz Gonzaga (sanfona, zabumba, triângulo). No fim dos anos 90 o trio começa a se destacar pela originalidade, sendo descoberto pelos estudantes universitários, tocando também em renomadas casas de show na zona sul do Rio de Janeiro. Em 1998 Caetano Veloso em um encontro inusitado na feira de São Cristovão maior reduto nordestino fora do nordeste. Caetano se encanta com o grupo pela sua originalidade e versatilidade, apadrinhando e em seguida apresentando o trio a grande mídia, proporcionando grandes aparições em programas nacionais como Muvuca, “H” Rede Bandeirantes, Hebe, Altas Horas, Faustão, Jô 11:30 do SBT, Jornal Hoje, Fantástico, Globo Esporte e também proporcionando a participação do grupo com trilha sonora principal do filme Lisbela e o Prisioneiro. O grupo já esteve também pelo mundo afora, cidades como Nova York, Boston, Miami e outras assistiram o show que é um resgate da cultura nordestina, difundindo os costumes e principalmente a alegria que surgem nos toques da zabumba, no tinguilingue do triângulo e da sanfona.


Finalistas como Grupo Regional do Quinto Prêmio TIM 2007 de música brasileira, ganhadores de disco de ouro pelo álbum em que interpretam a trilha sonora do filme “ Lisbela e o Prisioneiro” eles sempre estão em evidência. Os grandes sucessos no cenário nacional do Trio são: “Em plena lua de mel”, “Até Mais Ver, Agitando a rapaziada, Lisbela tema do filme Lisbela e o Prisioneiro, Plena Lua de Mel, Mata Papai, Forró da Musa, Espumas ao Vento, Pequenininha, Ovo de Codorna ” . Nunca faltou na obra do grupo homenagens ao Rei, Luiz Gonzaga, Marinês, Accioly Neto e Dominguinhos, como “Forrobodó”, “Tringuilingue”, “Buli com tu”, “Vida do Viajante” e “Capim novo”, incluídos no repertório de todos os shows. Com vasto repertório de sucessos, o grupo tem números surpreendente de mídia, se destacando por ter mais de meio milhão de seguidores em suas redes sociais, mais de 1500 shows pelo Brasil e pelo mundo, participação em filmes, campanhas publicitárias, sendo referência para entidades públicas como contratados em todo país participando das festas mais concorridas em todo Brasil.


No ano de 2024 o Trio ForrÓzão lançou seu primeiro audiovisual gravado na cidade de Serra no estado do Espirito Santo cujo título é “Trio ForrÓzão ao vivo em pleno sucesso”, material que rendeu mais de três milhões de visualizações nas redes sociais. Em 2025 o grupo comemora trinta e cinco anos de carreira preparando para Outubro o lançamento de mais um audiovisual com músicas inéditas e também uma tournê na Europa e Japão.

O TRIO FORROZÃO é energia das mais contagiantes! Viva o Forró!!!



QUESTIONARIO DO MAPEAMENTO

QUAIS OS PROBLEMAS QUE IMPEDEM QUE O NOSSO FORRÓ CRESÇA E APAREÇA NO ANO TODO E NÃO SÓ NAS FESTAS JUNINAS?

Investimento do poder público no setor. A competição com os artistas de outros segmentos ( sertanejo, funk, MPB e pagode ) quem tem grandes investidores. estrutura artística ( produção artística e fonográfica) e o achatamento orçamentário para artistas do Forró ( raramente nos pedem orçamento respeitando os valores que citamos, quando ligam já afirmam que só tem um determinado valor como se fossem estabelecer um valor para o meu show ). A maioria dos artistas lutam muito para estarem vivendo do Forró. Porém a realidade é a mais desumana que se possa imaginar. Os artistas não têm recursos para comprar bons instrumentos, figurino, produção de palco, cenário, camarim. A maioria vai para o show contando com o pouco dinheirinho que irão receber... muito vão sem dinheiro para volta, sem jantar ou almoçar... Em função de tudo isso não podem oferecer um show com o mínimo de profissionalismo para que possam competir de forma igual com outros artistas. Infelizmente o Forró por ser uma modalidade que representa a regionalidade está a margem no setor artístico de uma forma geral em todo país. E é necessário um grande resgate e valorização da midia e do governo para promover o equilibrio e combater a desigualdade no setor. Este resgate passa pela gestão pública que é o grande gestor da cultura, combatendo as desigualdades, a falta de recursos e principalmente valorizando o segmento. Este é o papel do estado. Já presenciei artistas do Forró em situação de muita necessidade em tudo desde o mais básico possível como moradia e alimentação, até problemas de saúde e exploração de trabalho, trabalhando por mais de 10 horas ininterrupta recebendo um valor irrisório. Entendo que pela falta de investimento e conhecimento dos tramites para contratação com entidades públicas os artistas não conseguem se organizar... por isso a desunião é imensa. Os gestores devem ser mais sensíveis a realidade dos nossos artistas, facilitando de forma que comece a promover dentro do setor um novo momento da história. Lamentavelmente os recursos que deveriam ser destinados aos pequenos são desviados para contratação dos grandes nomes deixando sempre de lado os grandes talentos que estão sem recursos e super visualização na grande mídia.

QUAIS AS SUGESTÕES PARA QUE O NOSSO FORRÓ SE TORNE UM MEIO DE TRABALHO DIGNO E PRÓSPERO NA CIDADE DO RJ?

Investimento do estado, hiper foco na profissionalização e na valorização do musico profissional que luta para conseguir seu sustento.

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