Tião ou Tiãozinho do Forró

Sebastião Carlos Barboza
Produtor, professor, dançarino
24 99248-3308

ENDEREÇO

Areal

LOCAIS DE ATUAÇÃO

Tijuca, São Cristóvão, Lapa

TEMPO DE ATUAÇÃO

13 anos


Sebastião Carlos Barboza,(Tião do Forró),teve contato com o forró desde muito cedo ainda criança . Seu avô paterno era cearense, seu pai foi puxador de folia de Reis , e um excelente cavaquinista. Já seu avô materno era alto didata,tocava diversos instrumentos entre eles

a sanfona, pandeiro, violão,amante do forró raiz dançado no interior de São José do Vale do Rio Preto. As tias velhas sempre incentivaram o Tião a dançar nos forrós de chão batido sob as folhas de bananeiras de cobertura.

Mas a dança mesmo veio acontecer já na o fase adulta, quando então o Tião se separa da mãe de sua filha e começa a buscar se socializar novamente e para isso buscou ajuda na dança de salão, sendo que o forró foi o estilo que mais se identificou,por conta da descontração,liberdade , e aceitação pelo público em geral.em 2016 começou a sua saga pelos forrós, começando a buscar aprender para ser aceito,nessa época, mesmo sem saber dançar direito, Tião junto com o seu primo Lucas começaram a frequentar os forrós que aconteciam todas as terças feiras na antiga

Estudantina localizada na Praça Tiradentes no Rio. Foram alguns bailes em quepassaram a olhar mais e dançar pouco, pois eram estranhos no forró e ainda não tinham a desenvoltura necessária para estarem convidando as garotas pra dançarem (foram muitos nãos ) . O tempo foi passando e o reconhecimento começou se fazer presente. Participando de diversos forrós pela cidade do Rio , até conhecer o festival de Aldeia Velha ainda na sua terceira edição( hj na 11ª edição).

Com isso o bichinho do forró já havia picado o Tião. Junto com seu primo Lucas, tiveram a idéia de fazer seu próprio forró, inicialmente fizeram o Forró da Confraternização junto com Gustavo Vitoriano em dezembro de 2017,participaram : Dj Kalango JF, Rodrigo Ramalho (Raiz do Santa), Léo Rugero (músico ,pesquisador e estudioso dessa arte que é o forró Grupo Caxote de Petrópolis(já extinto). Na sequência começou a fazer o Forró na Serra, evento que acontecia no extinto Bar Nucrepe onde passaram diversos artistas e trios : foram eles , Guilherme Mará (sanfoneiro do Forróçacana ),Toni Magdalena ( Tribo de Gonzaga) , Mada Zabumbeiro ( Tribo de Gonzaga), Rogério Lorão ( trio Rapacuia e Baioneiros) , Léo Rugero Sanfoneiro Conterrâneos,TRio de Janeiro, Cassiano Beija Flor,Trio Ventura, Thaís Sodré, entre outros. No final de 2018 , Tião do Forró (

como é conhecido no meio ,se afastou das produções de forró e passou a se dedicar mais a sua dança , frequentando os forrós do Rio Projeto Sanfonadas no Sesc Quitandinha (Mirele Maravilhas), Projeto Vivências de Forró (nesse foi o começo das aulas de forró, onde Tião começa despertar e a passar para o público o seu amor pela dança. Acontecendo um fato interessante que até nesse momento, Tião não gostava de ser chamado de professor,mas aos poucos isso foi tomando forma em sua mente e muito espontâneo e de pensamento livre de quê a sua liberdade era completa quando estava dançar, criando um estilo fora dos padrões ( deixou de se preocupar com as técnicas e passou a dar movimentos

harmoniosos dentro de um improviso sintonizado com as melodias não importando o estilo), Forró no CCC (Praça Tiradentes) , Projeto Fole e Folia, Feira de São Cristóvão , Festival de Forró de Aldeia Velha, Festival de Forró de Ibitipoca ,em Festas Juninas,Julinas e Agostinas sempre procura estar presente. Cada vez msendo questionado por quê não dava aulas ,onde dava aulas esse tipos de perguntas cada vez mais frequentes. Tião

passou a dar dicas e colocar pessoas ( que diziam não saber dançar, para dançar ,nos bares ,nas festas em famílias e entende que a dança não é somente dançar com o corpo, mas sim libertar o cérebro de traumas psicológicos. Sem uma academia, Tião ensina nas casas de pessoas que o

contratam , em todos os espaços possíveis para se dançar, bastando ter música boa e corpos para se balançar. Atualmente Tião é dançarino oficial da Tribo de Gonzaga e trabalha dando aulas para um grupo de jovens senhoras na sala de cultura Tom Jobim em São José do Vale do Rio Preto



QUESTIONARIO DO MAPEAMENTO

QUAIS OS PROBLEMAS QUE IMPEDEM QUE O NOSSO FORRÓ CRESÇA E APAREÇA NO ANO TODO E NÃO SÓ NAS FESTAS JUNINAS?

Falta de incentivo público

Falta de incentivo financeiro

Falta dar dignidade aos artistas durante o ano

QUAIS AS SUGESTÕES PARA QUE O NOSSO FORRÓ SE TORNE UM MEIO DE TRABALHO DIGNO E PRÓSPERO NA CIDADE DO RJ?

Ter mais espaço na mídia

Se tornar ensino obrigatório nas escolas

Capacitação dos artistas envolvidos

Diminuir as exigências nos editais

ESPAÇOS DE REPRODUÇÃO

PROJETOS, EVENTOS, FESTIVAIS

AGENTES ARTÍSTICOS

INDIVIDUAL E COLETIVO

ESPAÇOS MEMÓRIA