

Jardim América Rj
Forró Forrado, em Botafogo, e a Ilha dos Pescadores, na Barra da Tijuca. Asa Branca, e o Teatro Carlos Gomes no Centro do RJ. Scala Rio e no Espaço Cultural BNDES, bem como no Teatro Cecília Meirelles. Fora do estado, destaque para a Casa de Música de Niterói e o Festival de Inverno de Sanfona e Viola em Mimoso do Sul, Espírito Santo. Sesc de São Paulo, em Itaquera.
63 anos
Ananias Pereira da Costa ,Natural do Maranhão residente no estado do Rio de janeiro desde 1979. Trabalha na área da música em várias vertentes. Aprendeu com seu Paí e mãe tios e irmãos no Quintal de casa no interior de Buriti bravo "na Roça",o seu primeiro instrumento foi o fole de 8 baixos (Gaita ponto) em seguida aprendeu instrumentos de percussão, autodidata foi Aprendendo na escola da vida.
Pseudônimo : Ananias Ribeiro
Músico cantor compositor Instrumentista.
Desenvolve um trabalho de música Nordestina e regional.
Fundador : Oficina Projeto percussão Gonzaguiando-Piza na fulô (15 anos)
Referência e Homenagem aos grandes Mestres Luiz Gonzaga,João do vale e Jackson do Pandeiro.
Desenvolvendo um trabalho metódico de aulas práticas de percussão ensinando música popular e regional. Baião,Xote,Xaxado,Marcha,Chorinho, Forró pé Serra etc....
Estudou na U.E.R.J em cursos livres tirando o diploma de percussão geral, incluindo Gaita ponto . Atualmente faz parte como integrante (vocal e pandeiro) da Orquestra Sanfônica do Rio de Janeiro.
Ananias Ribeiro Também tem um trabalho Autoral com músicas inéditas,completando 44 anos de carreira! Fez shows pelo Brasil a fora. Hoje como educador formando novos alunos e talentos na arte de tocar um instrumento,
deixando o seu legado.
Sou um apaixonado pelo forró pé de serra desde a infância. Minha jornada começou em 1962, no terreiro de casa, em Buriti Bravo, Maranhão, onde cresci cercado pela música e pela tradição familiar. Com apenas 7 anos, sonhava em fazer parte desse universo e, com o apoio de Mamãe, Papai e meus irmãos, meu amor pelo forró floresceu. Hoje, aos 70 anos, celebro 63 anos dedicados a essa arte que sempre esteve presente em minha vida. Continuo a viver meu sonho e a compartilhar minha paixão pelo forró pé de serra, mantendo viva a chama dessa linda tradição.
Ao longo da minha trajetória no forró pé de serra, tive a honra de me apresentar em diversos locais icônicos que celebram a cultura nordestina. No Rio de Janeiro, representei nosso amado forró em espaços como o Forró Forrado, em Botafogo, e a Ilha dos Pescadores, na Barra da Tijuca. A Lapa também me recebeu com carinho no Asa Branca, e o Teatro Carlos Gomes no Centro do RJ foi palco de momentos inesquecíveis. Além disso, tive a oportunidade de tocar no Scala Rio e no Espaço Cultural BNDES, bem como no Teatro Cecília Meirelles, todos contribuindo para a difusão do nosso ritmo. Fora do estado, destaque para a Casa de Música de Niterói e o Festival de Inverno de Sanfona e Viola em Mimoso do Sul, Espírito Santo. Também levei meu amor pelo forró ao Sesc de São Paulo, em Itaquera, e a outros estados, sempre buscando levar um pouco da nossa tradição e alegria. Essas experiências enriqueceram minha trajetória e fortaleceram meu compromisso com o forró pé de serra!
QUAIS OS PROBLEMAS QUE IMPEDEM QUE O NOSSO FORRÓ CRESÇA E APAREÇA NO ANO TODO E NÃO SÓ NAS FESTAS JUNINAS?
O forró enfrenta diversos desafios que limitam seu crescimento e visibilidade fora das festas juninas. Entre os principais problemas estão a falta de investimento em eventos ao longo do ano, a escassez de espaços adequados para apresentações e a pouca divulgação nas mídias sociais e tradicionais. Além disso, muitos artistas de forró têm dificuldade em acessar oportunidades de shows e parcerias, o que reduz a variedade e a inovação no gênero. Para que o forró se torne uma presença constante na cultura musical brasileira, é essencial promover iniciativas que valorizem e incentivem esse estilo ao longo de todo o ano.
QUAIS AS SUGESTÕES PARA QUE O NOSSO FORRÓ SE TORNE UM MEIO DE TRABALHO DIGNO E PRÓSPERO NA CIDADE DO RJ?
Para que o forró se torne um meio de trabalho digno e próspero, algumas ações são fundamentais. Primeiramente, é essencial investir em formação e capacitação de artistas e profissionais do setor, oferecendo cursos de música, dança e gestão cultural. Além disso, criar eventos regulares ao longo do ano, como festivais e competições, pode ajudar a manter a visibilidade do forró e gerar novas oportunidades de trabalho.
Outra sugestão é fomentar parcerias com escolas, universidades e instituições culturais para incluir o forró em suas programações, ampliando seu alcance e valorização. A promoção de redes sociais e plataformas digitais para artistas independentes é crucial, permitindo que eles compartilhem seu trabalho e construam uma base de fãs sólida.
Por fim, incentivar a criação de cooperativas entre músicos e dançarinos pode fortalecer a união do setor, possibilitando melhores condições de trabalho e uma representação mais forte nas discussões sobre políticas culturais. Com essas medidas, o forró pode se consolidar como uma profissão respeitada e financeiramente viável.

