

Nova Iguaçu - RJ
Lapa, Nova Iguaçu, Niterói, Copacabana, Botafogo, Santa Teresa
46 anos
Beto Sousa iniciou sua carreira musical aos dezesseis anos por incentivo do pai. Junto com seu Irmão Robson Sosa e seu primo Leildo formou o grupo "Os Filhos do Ceará". Além disso, foi músico da Rainha do Xaxado Marinês, tendo participado ainda do Trio Borborema, grupo que acompanhava o Mestre Abdias dos oito baixos. Até que em 1995, entrou para o Trio Nordestino, o grupo de forró mais tradicional do Brasil, com o qual gravou vários CDs, concorrendo a vários prêmios de música, como o Prêmio Sharp, Prêmio Tim, Prêmio da Música Brasileira, no qual, em 2017, conquistou o título de Grupo Regional, e em 2018 foi indicado ao Grammy latino.
Beto Sousa traz ainda na sua trajetória musical participações como músico ao lado de artistas como Geraldo Azevedo, Babado Novo, na gravação do DVD de Ana Carolina. Nesse momento, Beto Sousa se lança em carreira solo e desponta como um dos grandes representantes da música brasileira, já tendo se apresentado na Europa e Estados Unidos. Para isso, conta com grandes parcerias, entre elas, com o compositor sousense Emiliano Pordeus, com quem compôs os singles "Forroeuropeando", "Me leve", já lançados nas plataformas digitais através da Acunha Produções, outra grande parceria de Beto.
E agora, fechando essa primeira "trilogia" de parcerias da dupla Beto/Emiliano, surge "Vem dançar mais eu", que conta com a participação mais que especial de Tato Cruz, do grupo Falamansa, e um dos grandes nomes da música brasileira.
QUAIS OS PROBLEMAS QUE IMPEDEM QUE O NOSSO FORRÓ CRESÇA E APAREÇA NO ANO TODO E NÃO SÓ NAS FESTAS JUNINAS?
E a falta de investimento e preconceito com o Forró
QUAIS AS SUGESTÕES PARA QUE O NOSSO FORRÓ SE TORNE UM MEIO DE TRABALHO DIGNO E PRÓSPERO NA CIDADE DO RJ?
Que tenham mais respeito e invistam mais no gênero pra conseguirmos ter mais visibilidade e trabalho

